sexta-feira, 6 de agosto de 2010

NOVO TREINADOR DO G.D.S.FAUSTINO


Filipe Cardoso foi o escolhido pelos responsáveis do G.D.S.Faustino para colmatar a saída de Alfredo Brandão, técnico da segunda parte da época transacta.

Filipe, que durante anos serviu o S.Faustino como atleta, e bem é justo dizê-lo, estreia-se, aos 34 anos, como treinador principal deste clube, depois de na época 2009/2010 ter feito a transição juntamente com o Paulinho entre o treinador José Sousa e o Brandão.

Ao Filipe desejamos as maiores felicidades nesta sua nova aventura, contando desde já com a colaboração de todos quantos farão parte do plantel para a nova época.

LEIS DO JOGO - LEI 5

O ÁRBITRO

A autoridade do Árbitro
O jogo disputa-se sob o controle dum árbitro que dispõe de toda a autoridade necessária para velar pela aplicação das Leis do Jogo no encontro que é chamado a dirigir.

Poderes e deveres
O árbitro deve:
§ velar pela aplicação das Leis do Jogo
§ controlar o jogo em colaboração com os árbitros assistentes e, se for caso disso, com o quarto-árbitro
§ assegurar que cada bola utilizada satisfaz as exigências da Lei 2
§ assegurar que o equipamento dos jogadores satisfaz as exigências da Lei 4
§ assegurar a função de cronometrista e tomar nota dos incidentes do jogo
§ parar o jogo, suspendê-lo ou interrompê-lo definitivamente, à sua discrição, por qualquer infracção às Leis do Jogo
§ parar o jogo temporariamente, suspendê-lo ou interrompê-lo definitivamente por razões de interferência de acontecimentos exteriores, quaisquer que eles sejam
§ parar o jogo se, no seu entender, um jogador está seriamente lesionado e tomar medidas para ser transportado para fora do terreno de jogo. O jogador lesionado só poderá regressar ao terreno de jogo após o jogo ter recomeçado
§ deixar o jogo prosseguir até que a bola deixe de estar em jogo se, em seu entender; um jogador só está ligeiramente lesionado
§ fazer com que todo o jogador que esteja a sangrar deixe o terreno de jogo. O jogador só poderá regressar após receber um sinal do árbitro depois deste se assegurar que a hemorragia parou
§ deixar o jogo prosseguir quando a equipa contra a qual foi cometida uma falta possa tirar uma vantagem, e sancionar a falta cometida inicialmente se a presumível vantagem não se concretizar
§ sancionar a falta mais grave quando um jogador cometa simultaneamente mais que uma falta
§ tomar medidas disciplinares contra todo o jogador que cometa uma falta passível de advertência ou expulsão. O árbitro não é obrigado a actuar imediatamente, mas terá de o fazer na próxima interrupção de jogo
§ tomar medidas disciplinares contra os elementos oficiais da equipa que não tenham um comportamento responsável, e, se entender necessário, expulsá-los do terreno de jogo e das suas imediações
§ intervir por indicação dos seus árbitros assistentes no que respeita a incidentes que ele próprio não pode constatar
§ não permitir que pessoas não autorizadas penetrem no terreno de jogo
§ dar o sinal de recomeço do jogo após uma interrupção
§ remeter às autoridades competentes um relatório onde conste as informações relativas a todas as medidas disciplinares que tomou contra jogadores e/ou elementos oficiais das equipas, assim como qualquer do incidente ocorrido antes, durante ou depois do jogo

Decisões do Árbitro
As decisões do árbitro sobre os factos relacionados com o jogo, incluindo o facto de um golo ser ou não validado e o resultado do jogo, não têm apelo.
O árbitro só pode revogar uma decisão se ele verifica ser incorrecta ou se o entender necessário, por indicação do árbitro assistente ou do 4.º árbitro, desde que o jogo ainda não tenha recomeçado ou terminado.

Direitos e deveres
O árbitro está autorizado a interromper o jogo se, em seu entender, a iluminação artificial é inadequada.
Se o árbitro, um dos árbitros assistentes, um jogador ou um elemento oficial das equipas for atingido por um objecto lançado por um espectador, o árbitro pode deixar prosseguir o jogo, suspendê-lo ou interrompê-lo definitivamente, consoante a gravidade do incidente. Em qualquer dos casos deve relatar os factos às autoridades competentes.
O árbitro tem autoridade para exibir cartões amarelos ou vermelhos durante o intervalo ou depois do final do jogo, assim como durante os prolongamentos e pontapés da marca de grande penalidade, porque o jogo continua, nesses momentos, debaixo da sua jurisdição. Se o árbitro ficar temporariamente incapacitado, por qualquer razão, o jogo pode continuar sob a direcção dos árbitros assistentes até que a bola deixe de estar em jogo.
Se um espectador der uma apitadela que o árbitro considere ter interferido no jogo (por exemplo um jogador agarrar a bola com as mãos pensando que o jogo foi interrompido), o árbitro deve interromper o jogo e recomeçá-lo com um lançamento de bola ao solo no local onde a bola se encontrava no momento da interrupção do jogo, salvo se foi interrompido dentro da área de baliza, caso em que o árbitro lançará a bola sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido.

Direitos e deveres
O árbitro pode aplicar a lei da vantagem sempre que se cometa uma infracção.
O árbitro deve ter em consideração as seguintes circunstâncias para decidir se deve aplicar a lei da vantagem ou parar o jogo:
§ a gravidade da infracção: se a infracção implica uma expulsão, o árbitro deverá interromper o jogo e expulsar o jogador, a menos que exista uma subsequente clara oportunidade de marcar um golo.
§ o local em que a falta foi cometida: quanto mais próximo da baliza adversária, mais a vantagem poderá ser proveitosa.
§ a oportunidade imediata de um ataque perigoso contra a baliza adversária.
§ o ambiente em que o jogo decorre.
A decisão de sancionar a infracção original deve ser tomada em poucos segundos.
Se a falta justifica uma advertência, esta deve ser feita na próxima interrupção do jogo. No entanto, a não ser que exista uma clara situação de vantagem, recomenda-se que o árbitro interrompa o jogo e advirta imediatamente o jogador infractor. Se a advertência NÃO for feita na próxima interrupção do jogo, o cartão já não poderá ser mostrado mais tarde.

Direitos e deveres
No caso de lesão de um jogador, o árbitro deve seguir as seguintes instruções:
§ deixar o jogo prosseguir até que a bola deixe de estar em jogo se, em sua opinião, a lesão é leve
§ parar o jogo se, em sua opinião, a lesão é grave
§ após interrogar o jogador lesionado se necessita de assistência, autoriza um ou dois elementos da equipa médica a penetrar no terreno de jogo para avaliar a lesão do jogador e proceder ao transporte seguro e rápido do jogador para fora do terreno de jogo
§ os maqueiros deverão penetrar no terreno de jogo com uma maca, ao mesmo tempo que a equipa médica, para permitir a saída do jogador o mais rápido possível.
§ o árbitro deve cuidar para que o jogador lesionado seja transportado para fora do terreno com toda a segurança.
§ o jogador lesionado não está autorizado a ser tratado dentro do terreno de jogo.
§ um jogador que esteja a sangrar deve sair do terreno de jogo e não poderá regressar sem receber um sinal de autorização do árbitro depois deste se ter assegurado que a hemorragia parou. Um jogador não pode usar roupa manchada de sangue.
§ desde que o árbitro autorize a equipa médica a penetrar no terreno de jogo, o jogador tem de sair, seja em maca ou pelo seu pé. Se o jogador não respeita as instruções do árbitro deverá ser advertido por comportamento antidesportivo.
§ o jogador lesionado só poderá regressar ao terreno de jogo depois do jogo ter recomeçado.
§ quando a bola está em jogo, o jogador lesionado poderá ingressar novamente no terreno de jogo, mas só o poderá fazer pela linha lateral. Quando a bola não está em jogo, o jogador lesionado pode regressar por qualquer das linhas que limitam o terreno de jogo.
§ Independentemente da bola estar ou não em jogo, apenas o árbitro poderá autorizar o jogador a reentrar no terreno de jogo.
§ o árbitro pode autorizar um jogador lesionado a regressar ao terreno de jogo desde que um árbitro assistente ou o 4.º árbitro tenham verificado que o jogador está em condições de poder regressar.
§ se o jogo não foi interrompido por qualquer outra razão, ou se a lesão sofrida pelo jogador não foi em resultado de uma infracção às Leis do Jogo, o árbitro recomeçará o jogo com um lançamento de bola ao solo no local em que esta se encontrava no momento da interrupção, salvo se foi interrompido dentro da área de baliza, caso em que o árbitro lançará a bola sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido..
§ o árbitro deve compensar todo o tempo perdido devido a lesões no final de cada período do jogo.
§ quando o árbitro tenha decidido advertir ou expulsar o jogador lesionado, em que este tenha de deixar o terreno de jogo para receber assistência, o árbitro deve exibir o respectivo cartão ao jogador antes deste sair do terreno de jogo.
As excepções a estas regras só são admitidas quando:
§ um guarda-redes se lesione
§ um guarda-redes e um jogador de campo choquem, necessitando de cuidados imediatos.
§ uma lesão grave ocorra, como por exemplo, engolir a língua, uma comoção cerebral, uma perna partida
Infracções simultâneas
cometidas por dois jogadores da mesma equipa:
§ O árbitro deve sancionar a falta mais grave quando os jogadores cometam mais que uma infracção ao mesmo tempo
§ O jogo deve recomeçar punindo a falta mais grave

cometidas por jogadores das duas equipas:
O árbitro deve interromper o jogo e recomeçá-lo com um lançamento de bola ao solo no local em que ela se encontrava no momento da interrupção, salvo se foi interrompido dentro da área de baliza, caso em que o árbitro lançará a bola sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido

Colocação do árbitro com a bola em jogo
Recomendações
§ O jogo deve desenrolar-se entre o árbitro e o árbitro assistente mais próximo da jogada.
§ O árbitro assistente mais próximo deve encontrar-se dentro do campo de visão do árbitro. Este último deve, na sua movimentação, utilizar o sistema em diagonal.
§ Acompanhar o jogo numa posição lateral, torna mais fácil seguir o jogo e manter o árbitro assistente mais próximo no seu campo de visão.
§ O árbitro deve encontrar-se suficientemente perto da jogada para observar o jogo, mas sem interferir nele.
§ “O que é preciso ver” nem sempre acontece nas proximidades da bola.
O árbitro também tem que prestar atenção:
§ à agressividade das confrontações individuais entre jogadores afastados da bola
§ às possíveis faltas na zona para onde se dirige o jogo
§ às faltas que são cometidas depois da bola ter sido afastada

Colocação em bolas paradas
A melhor posição é aquela em que o árbitro pode tomar uma boa decisão.
Todas as recomendações referentes à colocação são baseadas na teoria das probabilidades e deverão ser adaptadas em função das informações específicas sobre as equipas, os jogadores e os acontecimentos surgidos durante o jogo.
Os esquemas seguintes representam as colocações básicas recomendadas aos árbitros. A referência a uma “zona” visa sublinhar que a posição recomendada cobre um espaço no interior do qual a prestação do árbitro pode ser óptima. Este espaço pode ser maior ou menor, ou ter uma forma diferente segundo as circunstâncias do momento.

Decisões do International F. A. Board
Decisão 1
Um árbitro (ou se for caso, um árbitro assistente ou o quarto árbitro) não pode ser considerado responsável:
§ por qualquer lesão sofrida por um jogador, um dirigente ou um espectador
§ por qualquer estrago material
§ por qualquer prejuízo causado a uma pessoa física, a um clube, a uma companhia, a urna associação ou a qualquer outro organismo e que seja imputado ou possa ser imputado a urna decisão tornada conforme as leis do jogo ou aos processos normais requeridos para organizar um jogo, disputá-lo ou controlá-lo.
Isto refere-se a:
§ uma decisão de permitir ou proibir o desenrolar do jogo em virtude da estado do terreno e dos seus acessos ou das condições meteorológicas
§ uma decisão de parar o jogo definitivamente por qualquer que seja a razão
§ uma decisão, qualquer que seja, respeitante ao estado dos acessórios do campo utilizados durante o jogo,incluindo os postes das balizas, as barras transversais, as bandeiras de canto e a bola
§ uma decisão de interromper ou não o jogo em virtude de interferência de espectadores ou de qualquer problema surgido na zona reservada aos espectadores
§ uma decisão de interromper ou não o jogo a fim de permitir o transporte de um jogador lesionado para fora do terreno de jogo para poder ser tratado
§ uma decisão de exigir com insistência o transporte de um jogador lesionado para fora do terreno de jogo a fim de ser tratado
§ uma decisão de permitir ou proibir um jogador de usar certos objectos ou equipamentos
§ uma decisão (desde que ela seja da sua competência) de permitir ou proibir qualquer pessoa (incluindo os dirigentes das equipas ou do estádio, os agentes da segurança, os fotógrafos ou os outros representantes da comunicação social) de se encontrarem na proximidade do terreno de jogo
§ qualquer decisão que o árbitro possa tomar, em conformidade com as Leis do Jogo ou as suas obrigações tais como elas são definidas nos regulamentos da FIFA, das Confederações, das Federações Nacionais ou das Ligas sob a responsabilidade das quais se disputa o jogo
Decisão 2
Nos torneios e competições para os quais é designado um quarto árbitro as suas funções e deveres devem ser em conformidade com as directivas aprovadas pelo International F. A. Board e que constam deste livro

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

LEIS DO JOGO - LEI 4

EQUIPAMENTO DE JOGADORES

Segurança
O equipamento usado pelos jogadores não deve em nenhum caso apresentar qualquer perigo para eles próprios ou para os outros (incluindo todos os tipos de jóias).

Equipamento Base
O equipamento básico obrigatório do jogador compreende as seguintes peças separadas:
- camisola ou camisa com mangas – se o jogador usar camisola interior, a cor das mangas deve ser a mesma da cor predominante das mangas da camisola ou camisa
- calções - se o jogador usa calções interiores, estes devem ser da mesma cor que a cor predominante dos calções
- meias
- caneleiras
- calçado
Cores:
se a cor das camisolas dos dois guarda-redes for a mesma e se nenhum deles tiver uma camisola de cor diferente, o árbitro autorizará que o jogo se realize.
- Se um jogador perder acidentalmente uma bota e jogar imediatamente a bola e/ou marcar um golo, não há infracção e o golo deve ser validado, porque a perda da bota foi acidental.
Os guarda-redes podem usar calças compridas como parte do seu equipamento base.

Equipamento suplementar
Para além do equipamento base, um jogador pode utilizar equipamento de protecção com o objectivo de se proteger fisicamente, desde que esse equipamento não constitua nenhum perigo para si próprio ou para qualquer outro jogador.
O árbitro deve inspeccionar todo o equipamento suplementar e confirmar que não é perigoso.
Os equipamentos de protecção modernos, tais como, protectores de cabeça, máscaras faciais, joelheiras e cotoveleiras, feitos de materiais maleáveis, leves e acolchoados, não são considerados perigosos e como tal são autorizados.
Graças às novas tecnologias, os desportos são mais seguros – para o jogador que usa o equipamento e para os outros jogadores – e os árbitros deverão ser tolerantes quanto à utilização das protecções, em particular para os jogadores jovens.
Se o equipamento inspeccionado antes do jogo e considerado não perigoso pelo árbitro, se tornar perigoso no decurso do jogo ou seja utilizado de forma perigosa, a sua utilização será proibida.
É proibido o uso de sistemas de comunicação via rádio entre jogadores e/ou equipa técnica.

Caneleiras
- Devem ser inteiramente cobertas pelas meias
- devem ser de matéria adequada (caoutchouc, plástico, ou matérias similares)
- devem oferecer um grau de protecção apropriado

Cores
- As duas equipas usarão cores que as distingam entre si e também do árbitro e dos árbitros assistentes.
- Cada guarda-redes deve usar um equipamento de cores que o distinga dos outros jogadores, do árbitro e dos árbitros assistentes

Joias
É proibido o uso de qualquer tipo de jóias (colares, anéis, pulseiras, brincos, fitas em couro ou plástico, etc.), devendo ser retiradas antes do início do jogo. Não é aceitável o uso de fita adesiva para as cobrir.
É igualmente proibido aos árbitros o uso de jóias (excepto os relógios ou objectos similares que sejam necessários para o jogo).

Infracções / Sanções
Os jogadores devem ser inspeccionados antes do inicio do jogo e os suplentes antes de entrar em jogo. Se durante o jogo se descobre que um jogador usa uma peça de vestuário não autorizado ou uma jóia, o árbitro deve:
- informar o jogador que deve retirar o artigo em questão;
- ordenar a saída do jogador do terreno de jogo, na próxima interrupção de jogo, se ele não pode ou não quis retirá-lo;
- advertir o jogador se ele se recusar a obedecer ou se se vier a descobrir que o continua a usar depois de ter recebido ordens para o retirar.
Se o árbitro interromper a partida para advertir o jogador, o jogo deverá recomeçar com um pontapé-livre indirecto a favor da equipa contrária, a executar no local onde se encontrava a bola no momento da interrupção (ver Lei 13 – Local dos pontapés-livres).
Por qualquer infracção a esta Lei:
- o jogo não deve necessariamente ser interrompido
- o jogador infractor deve ser convidado pelo árbitro a deixar o terreno de jogo para corrigir o seu equipamento
- o jogador infractor deve deixar o terreno de jogo na próxima interrupção do jogo, a menos que já tenha corrigido o seu equipamento
- qualquer jogador que tenha deixado o terreno para corrigir o seu equipamento não poderá regressar sem ter sido previamente autorizado pelo árbitro
- o árbitro deve assegurar-se de que o equipamento do jogador está em ordem antes de o autorizar a regressar ao terreno de jogo
- o jogador só pode regressar ao terreno de jogo numa paragem do jogo
Um jogador que tiver sido convidado a deixar o terreno de jogo por ter infringido esta Lei e que regressa ao terreno de jogo sem prévia autorização do árbitro deve ser advertido (cartão amarelo).

Recomeço do jogo
Se o jogo foi interrompido pelo árbitro para fazer uma advertência:
o jogo recomeça com um pontapé-livre indirecto executado por um jogador da equipa adversária no local em que se encontrava a bola no momento da interrupção do jogo. (ver Lei 13 – Local dos pontapés-livres)

Decisões do International F. A. Board
Decisão 1
Os jogadores não estão autorizados a exibir slogans ou publicidade que figurem na sua camisola interior. O equipamento básico obrigatório não pode conter referências políticas, religiosas ou pessoais.
Qualquer jogador que levante a camisola para expor slogans ou publicidade será sancionado pela organização da competição.
A equipa de um jogador cujo equipamento básico obrigatório contenha declarações políticas, religiosas ou pessoais será sancionado pela organização da competição ou pela FIFA.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

LEIS DO JOGO - LEI 3

NÚMERO DE JOGADORES

Jogadores
O jogo será disputado por duas equipas compostas por um máximo de 11 jogadores em cada uma, dos quais um será o guarda-redes. Nenhum jogo pode começar se uma das equipas dispuser de menos de sete jogadores;

Competições oficiais
Poderão ser utilizados o máximo de três suplentes em qualquer jogo de uma competição oficial organizada pela FIFA, de competições organizadas pelas Confederações ou Federações Nacionais.
O regulamento da competição deve precisar o número de suplentes - entre três no mínimo e sete no máximo - que é possível designarem nessa qualidade

Outros jogos
Em jogos de Selecções Nacionais “A” pode utilizar-se um máximo de seis suplentes.
Em todos os outros jogos, é possível utilizar um maior número de suplentes, desde que:
- as equipas envolvidas cheguem a acordo quanto ao número máximo de substituições;
- o árbitro seja informado antes do início do jogo.
- Se o árbitro não for informado, ou se as equipas não tiverem chegado a acordo antes do início do jogo, não são permitidas mais de seis substituições.

Todos os jogos
Em qualquer jogo, o nome dos suplentes deve ser comunicado ao árbitro antes do início do encontro. Um suplente não designado desta forma não poderá participar no encontro

Processo de substituição
A substituição dum jogador por um suplente deve obedecer às seguintes condições:
- o árbitro deve ser informado previamente de cada substituição pretendida
- o suplente só pode penetrar no terreno de jogo depois da saída do jogador que vai substituir e após ser autorizado por um sinal do árbitro


- o suplente só pode penetrar no terreno de jogo a partir da linha de meio campo e durante uma paragem de jogo
- a substituição considera-se consumada no momento em que o suplente penetra no terreno de jogo
- a partir desse momento o suplente toma-se então jogador e o jogador que ele substituiu torna-se em jogador substituído
- um jogador que foi substituído já não pode participar no jogo
- todos os suplentes estão sujeitos à autoridade e decisões do árbitro, quer sejam ou não chamados a jogar
- Uma substituição só pode ser efectuada durante uma paragem do jogo.
- O árbitro assistente informa o árbitro através do sinal convencional que foi pedida uma substituição.
- O jogador que vai ser substituído, depois de autorizado pelo árbitro, deve abandonar o terreno, a não ser que, por qualquer motivo admitido pelas leis do jogo, já tenha abandonado o terreno de jogo.
- O árbitro dá autorização ao suplente para entrar no terreno de jogo.
Antes de entrar, o suplente deve aguardar que o jogador que vai substituir abandone o terreno de jogo.
- O jogador que vai ser substituído não é obrigado a sair pela linha de meio campo.
- Pode ser recusada uma substituição em determinados casos, nomeadamente se o suplente não estiver pronto para entrar em jogo.
- Um substituto que não tenha completado o processo de substituição, entrando no terreno de jogo, não pode recomeçar o jogo, executando um lançamento lateral ou um pontapé de canto.
- Se um jogador que vai ser substituído se recusar a abandonar o terreno de jogo, o jogo deverá prosseguir.
- Numa substituição efectuada durante o intervalo ou antes do prolongamento, o processo de substituição deverá ser efectuado antes do começo da segunda parte ou do prolongamento.

Troca de Guarda-Redes
Qualquer jogador de campo pode trocar de lugar com o guarda-redes desde que:
- o árbitro seja previamente informado da troca pretendida
- a troca se efectue durante uma paragem de jogo

Infracções / sanções
Se um suplente ou um jogador substituído penetra no terreno de jogo sem autorização do árbitro:
- o jogo será interrompido (mas não imediatamente se o jogador emquestão não interfere no desenrolar do jogo)
- o árbitro deverá adverti-lo por comportamento antidesportivo e ordenará a sua saída do terreno de jogo
- se o árbitro interrompeu a partida, o jogo recomeçará com um pontapé-livre indirecto a favor da equipa adversária no local em que a bola se encontrava no momento da interrupção. (ver Lei 13 – Local dos pontapés-livres)
Se um jogador trocar de lugar com o guarda-redes sem que o árbitro seja previamente informado:
- o jogo continua
- o árbitro deverá advertir os jogadores em questão logo que a bola deixe de estar em jogo
Por qualquer outra infracção a esta Lei:
- o jogador em questão será advertido
- o jogo recomeça com um pontapé-livre indirecto no local em que a bola se encontrava no momento da interrupção do jogo. ((ver Lei 13 – Local dos pontapés-livres))

Expulsões de jogadores ou de suplentes
Um jogador que foi expulso antes do pontapé de saída do jogo só pode ser substituído por um dos suplentes designados nessa qualidade.
Um suplente designado que seja expulso antes ou depois do pontapé de saída do jogo não pode ser substituído.

Outras pessoas no terreno de jogo
Pessoas estranhas
Qualquer pessoa que não conste da ficha de jogo de uma equipa como jogador, suplente, técnico ou dirigente é considerado um elemento estranho, tal como um jogador expulso.
Se um elemento estranho entrar no terreno de jogo:
- O árbitro deve interromper o jogo (mas não imediatamente se o elemento estranho não interfere no desenrolar do jogo);
- O árbitro deve ordenar a sua saída do terreno de jogo e suas imediações;
- Se o árbitro interromper o jogo, deverá recomeçá-lo com um lançamento de bola ao solo no local em que ela se encontrava no momento da interrupção, salvo se foi interrompido dentro da área de baliza, caso em que o árbitro lançará a bola sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido.
Elementos oficiais de uma equipa
Se um elemento oficial de uma equipa entra no terreno de jogo:
- O árbitro deve interromper o jogo (mas não imediatamente se o elemento oficial não interfere no desenrolar do jogo ou se houver lugar à aplicação da lei da vantagem);
- O árbitro deve ordenar a sua saída do terreno de jogo e, se o seu comportamento for irresponsável, expulsá-lo-á de imediato do terreno e suas imediações;
- Se o árbitro interromper o jogo, deverá recomeçá-lo com um lançamento de bola ao solo no local em que a bola se encontrava no momento da interrupção, salvo se foi interrompido dentro da área de baliza, caso em que o árbitro lançará a bola sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido.
Jogador fora do terreno de jogo
Se, depois de ter deixado o terreno de jogo para corrigir o seu equipamento, para ser assistido a uma lesão ou hemorragia, porque tem sangue no seu equipamento ou por qualquer outra razão, um jogador regressa ao terreno de jogo sem autorização do árbitro, este deve então:
- interromper o jogo (mas não imediatamente se o jogador não interfere no desenrolar do jogo, ou se houver lugar à aplicação da lei da vantagem);
- advertir o jogador por ter entrado no terreno de jogo sem sua autorização;
- ordenar a sua saída se necessário (por ex. infracção à Lei 4).
Se o árbitro interromper o jogo, deverá ser recomeçado:
- com um pontapé-livre indirecto a favor da equipa adversária no local em que a bola se encontrava no momento da interrupção (ver Lei 13 – Local dos pontapés-livres), no caso de não existir outra infracção.
- de acordo com a Lei 12 se o jogador a infringiu.
Se um jogador ultrapassar acidentalmente uma das linhas limites do terreno de jogo não é considerado infractor. Sair dos limites do terreno de jogo pode considerar-se uma acção de jogo, fazendo parte da jogada.
Suplente ou jogador substituído
Se um suplente ou jogador substituído entrar no terreno de jogo sem autorização:
- o árbitro deve interromper o jogo (mas não imediatamente se o jogador em questão não interfere no desenrolar do jogo ou se houver lugar à aplicação da lei da vantagem);
- o jogador deve ser advertido por comportamento antidesportivo;
- o jogador deve deixar o terreno de jogo.
Se o árbitro interromper a partida, o jogo recomeçará com um pontapé-livre indirecto a favor da equipa adversária no local em que a bola se encontrava no momento da interrupção (ver Lei 13 – Local dos pontapéslivres).

Golo obtido com uma pessoa a mais dentro do terreno de jogo
Se após a obtenção de um golo, o árbitro se apercebe, antes do jogo recomeçar, que uma pessoa a mais se encontrava dentro do terreno de jogo no momento em que o golo foi obtido:
O árbitro deve invalidar o golo se:
- a pessoa a mais era um estranho e teve interferência no jogo
- a pessoa a mais era um jogador, suplente, substituído ou oficial da equipa que marcou o golo
O árbitro deve validar o golo se:
- a pessoa a mais era um estranho e não teve interferência no jogo;
- a pessoa a mais era um jogador, suplente, substituído ou oficial da equipa que sofreu o golo;

Número mínimo de jogadores
Se o regulamento da competição determina que todos os jogadores e suplentes devem ser designados antes do pontapé de saída e uma equipa inicia o jogo com menos de onze jogadores, só os jogadores inscritos na ficha de jogo poderão completar a equipa após a sua chegada.
Apesar do jogo não poder começar se qualquer das equipas tiver menos de sete jogadores, o número mínimo de jogadores numa equipa, necessário para que o jogo continue, fica ao critério das Federações. No entanto, o I.F.A. Board é de opinião que um jogo não deve continuar se houver menos de sete jogadores em qualquer das equipas.
Se uma equipa tiver menos de sete jogadores devido a um ou mais jogadores abandonarem deliberadamente o terreno de jogo, o árbitro não é obrigado a interromper o jogo, podendo aplicar a lei da vantagem. Nestas circunstâncias, o árbitro não deverá recomeçar o jogo depois da bola ter deixado de estar em jogo se uma equipa não tiver o mínimo de sete jogadores.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

LEIS DO JOGO - LEI 2

A BOLA

Características e dimensões
A bola:
- é esférica
- é feita de couro ou de outro material equivalente
- tem uma circunferência de 70 cm no máximo e de 68 cm no mínimo
- pesa no máximo 450 g e no mínimo 410 g no começo do jogo
- tem uma pressão a 0,6 e 1,1 atmosferas (600 - 1100g/cm2) ao nível do mar

Substituição da bola defeituosa
Se a bola rebenta ou se deforma no decurso do jogo:
- o jogo será interrompido;
- o jogo recomeça, com uma nova bola, por um lançamento de bola ao solo no local em que se encontrava a primeira bola no momento em que se deteriorou, a não ser que o jogo tivesse sido interrompido dentro da área de baliza, sendo neste caso o lançamento de bola ao solo feito sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola original se encontrava quando o jogo foi interrompido;

Se a bola rebenta ou se deforma quando não está em jogo antes da execução dum pontapé de saída, pontapé de baliza, pontapé de canto, pontapé-livre, pontapé de grande penalidade ou dum lançamento da linha lateral:
- o jogo recomeça em conformidade
A bola não pode ser substituída durante o jogo sem a autorização do árbitro.

Bolas suplementares
Podem ser colocadas bolas suplementares em redor do terreno para serem utilizadas no decorrer do jogo, desde que satisfaçam as exigências estipuladas na Lei 2 e que a sua utilização seja controlada pelo árbitro.

Outras bolas no terreno de jogo
Se no decorrer do jogo uma segunda bola entrar no terreno de jogo, o árbitro só deve interromper a partida no caso da segunda bola interferir no jogo.
Se o jogo for interrompido, deverá ser recomeçado com um lançamento de bola ao solo no local onde a bola de jogo se encontrava no momento da interrupção, salvo se foi interrompido dentro da área de baliza, caso em que o árbitro lançará a bola sobre a linha da área de baliza paralela à linha de baliza, no ponto mais próximo do local em que a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido.
Se uma segunda bola entra no terreno de jogo durante a partida sem interferir no jogo, o árbitro mandará retirá-la o mais rapidamente possível.

Decisões do International F. A. Board
Decisão 1
Para além das especificações estipuladas na Lei 2. a aprovação da bola para jogos de uma competição oficial organizada pela FIFA, ou Confederações está sujeita a que tenha um dos três logótipos seguintes:
- o logótipo oficial "FIFA APPROVED"
- o logótipo oficial "FIFA INSPECTED"
- o logótipo oficial "INTERNATIONAL MATCHBALL STANDARD"

Estes logótipos ou referências indicam que a bola satisfaz as especificações técnicas definidas pela categoria a que respeitam, para além das especificações mínimas estipuladas na Lei 2. A lista das especificações suplementares exigidas para cada uma das categorias consideradas deve ser aprovada pelo International F.A.Board. As instituições habilitadas a efectuar os testes em questão devem ser aprovadas pela FIFA. As Federações Nacionais podem exigir nas suas competições a utilização de bolas que possuam um destes três logótipos.
Decisão 2
Nos jogos disputados no quadro das competições da FIFA, das competições organizadas pelas Confederações e Federações Nacionais, é proibida qualquer espécie de publicidade comercial na bola. Somente o logotipo da competição, o nome do organizador da competição e a marca do fabricante da bola podem nela figurar. O regulamento das competições pode impor restrições quanto ao tamanho e número destas menções.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

LEIS DO JOGO - LEI 1

Terreno de jogo

O terreno de jogo é retangular e seu comprimento lateral, deve ser maior que o comprimento da linha de baliza. O terreno deve ser marcado por linhas. Estas linhas fazem parte integrante das áreas que delimitam. As duas linhas de marcação mais compridas denominam-se linhas laterais. As duas mais curtas chamam-se linhas de baliza. O terreno de jogo será dividido em dois meios campos por uma linha de meio campo que unirá os pontos medios das linhas laterais. Ao meio desta linha está um ponto que define o centro do campo. Este ponto é o centro do campo e tem um círculo com raio de 9,15 metros.
Comprimento: entre 100 e 110 metros
Largura: entre 64 e 75 metros
Todas as linhas deverão ter uma espessura de 12cm

Área de grande penalidade
São traçadas duas linhas perpendiculares à linha de baliza, a 16,5m do interior da cada poste da baliza. Essas duas linhas prolongam-se para dentro do terreno de jogo numa distancia de 16.5m e são unidas por uma linha paralela a linha da baliza. A área delimitada por estas linhas é a área de grande penalidade. Em cada área de grande penalidade, será marcado, uma marca a 11 metros de distância do ponto médio entre os postes. No exterior de cada área de grande penalidade traça-se, um semicírculo de raio 9,15 metros.
Balizas
As balizas estão ao centro de cada linha de baliza. A distância entre os postes é de 7,32 metros e a distância do solo ao travessão é de 2,44 metros. Os postes e o travessão são da mesma espessura, com o máximo de 12 centímetros. E deverão ser de material aprovado. Principalmente não constituir perigo para os jogadores. As linhas de baliza terão as mesmas dimensões do poste e travessão. As redes das balizas devem estar fixadas e nao conter qualquer tipo de buraco, para além dos buracos normais das redes, desde que estejam presas de forma conveniente e não atrapalhem o guarda redes.
A bandeirola de canto deve ter no maximo 1,50 cm de altura e nao ser pontiaguda.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

TORNEIO FUTEBOL 6 G.D.S.FAUSTINO

No passado domingo terminou o Torneio de futebol 6 organizado pelo G.D.S.Faustino.
O dia começou com o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugar que colocou em confronto as equipas dos Vizinhos da Sede e dos Ídolos, com a vitória destes por duas bolas a zero.
Os golos dos Ídolos foram apontados pelo Armindo e Francês, dois atletas que vestiram a camisola do S.Faustino por longos anos e agora já retirados, mas que á semelhança de outros que representaram esta equipa demonstraram que quem sabe nunca esquece.
Para as 17 horas estava agendado o jogo que todos os atletas ansiavam participar.
Nesse jogo competiram a Vida informática e as Limpezas Estrela, que repetiu a final do ano transacto.
Esperava-se um jogo agradável se tivermos em conta o valor de ambos os conjuntos, o que de facto aconteceu, não defraudando os muitos assistentes presentes neste jogo.
Quanto ao jogo, dizer que começou numa toada de equilíbrio, até que num lance infeliz do Adão, que introduziu a bola na própria baliza, permitiu á equipa da Vida Informática colocar-se em vantagem.
Este golo, pela forma que aconteceu afectou o conjunto das Limpezas Estrela, aproveitando o adversário para trocar a bola a seu belo prazer, com jogadas muito vistosas.
Adivinhava-se novo golo para a Vida informática a qualquer momento, o que viria a acontecer momentos antes do intervalo pelo Simão.
No reatamento os atletas das Limpezas Estrela, em desvantagem no marcador, entraram dispostos a marcar cedo para entrarem na discussão do jogo.
Se a primeira parte fora totalmente dominada pela Vida Informática, na etapa complementar assistiu-se ao inverso.
Fruto da melhor exibição neste segundo tempo o Rui reduziria a desvantagem com um golo a cerca de 10 minutos do terminus da partida.
Animados com este golo as Limpezas Estrela "empurraram" o adversário para junto da sua área e tiveram boas oportunidades para empatarem o jogo. Destaque para duas, por serem as mais flagrantes.
Uma delas em que a bola rematada pelo Leandro, embateu num próprio colega em cima da linha de golo, substituindo o Vitinha, guardião da Vida informática no jogo da final por impedimento do habitual guarda redes Jorge.
A outra já no declinar da contenda, e num último fôlego das Limpezas Estrela, que levou a bola a embater estrondosamente na barra, gorando-se a hipótese de empate e de levar o jogo a ser decidido por pontapés da marca de grande penalidade.
Como foi referido atrás este jogo foi presenciado por muitos espectadores, facto que encheu de contentamento os directores do S.Faustino, funcionado como um prémio por todo o empenho desenvolvido desde o inicio do torneio, e de um modo especial pelo árduo trabalho da pretérita semana com os preparativos das festividades que assinalavam as comemorações do nosso 29º aniversário.
Por último referir que o êxito de todos os eventos realizados no fim de semana não seria possível sem a ajuda dos muitos voluntários e voluntárias que se associaram á direcção, e afincadamente trabalharam sem nada exigirem. De certeza que estes também sentiram o esforço compensado pelo brilhantismo com que tudo decorreu.
Para todos, na impossibilidade de lhes agradecer de outra forma, o nosso MUITO OBRIGADO.



CLASSIFICAÇÕES



CAMPEÃO - VIDA INFORMÁTICA




VICE CAMPEÃO - LIMPEZAS ESTRELA



3º CLASSIFICADO - ÍDOLOS

4º CLASSIFICADO - OS VIZINHOS DA SEDE

TAÇA DE PRESENÇA - RESTAURANTE TREVO, OS TEIMOSOS

VENCEDOR TAÇA S.FAUSTINO - OS TEIMOSOS

VENCIDO TAÇA S.FAUSTINO - RESTAURANTE TREVO

TROFÉU DE GRATIDÃO AOS ÁRBITROS

TROFÉU DA DEFESA MENOS BATIDA - LIMPEZAS ESTRELA (8 GOLOS)

TROFÉU MELHOR MARCADOR - VÍTOR SILVA ( VIDA INFORMÁTICA - 9 GOLOS )

TROFÉU FAIR PLAY - ADÃO ( LIMPEZAS ESTRELA )